Canta que a fala é mansa - Revista Esquinas
REVISTA DIGITAL LABORATÓRIO
DA FACULDADE CÁSPER LIBERO

Canta que a fala é mansa

Por Biatriz Cury, Jessyca Schmidt e Laura Lopes : maio 22, 2018

O Centro de São Paulo recebeu o forró brasileiro durante a Virada Cultural com raízes na música nordestina

No domingo, a banda de forró de 1998 Falamansa foi mais uma das atrações da 14ª edição da Virada Cultural. O grupo entrou às 18h20 para encerrar e aquecer a fria noite que estava apenas começando na Praça do Patriarca, no Centro Histórico de São Paulo.

Com vinte anos de carreira, Falamansa cantou seus maiores sucessos, começando por “Xote dos Milagres”. Não tinha quem ficasse parado. Aqueles que gostam de dançar dois para lá e dois para cá no ritmo do forró aproveitaram o show.

Pessoas dançaram ao som de Falamansa na Praça do Patriarca
Laura Lopes

O evento durou cerca de uma hora, e o público participou cantando em coro do início ao fim. Os fãs ainda tiveram o privilégio de escutar a inédita canção “Joia Rara”, que pôde ser avaliada depois nas redes sociais do grupo. A banda deu ao público a oportunidade de escolher uma música para ser tocada. Não deu outra: “Oh! Chuva”. O vocalista Tato Cruz brincou enquanto cantava, dizendo que seria bom que não começasse a chover.

Ao final da apresentação, com carisma, o conjunto agradeceu a presença de cada fã ali e atendeu alguns deles atrás do palco para tirarem fotos e perguntarem o que acharam do show. O forró foi homenageado na Praça do Patriarca ao tocarem Luiz Gonzaga, em “A Vida do Viajante”, e Alceu Valença, com “Morena Tropicana”. As vozes se soltaram em uníssono. O público delirava cantando e dançando junto ao som do bom e velho forró.

Falamansa animou o público no final da Virada Cultural no domingo
Laura Lopes